quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A Biologia da Crença: como o seu DNA é controlado por seus pensamentos

Best-seller nos Estados Unidos, A biologia da crença , de Bruce Lipton, renomado cientista norte-americano, em linguagem simples e direta, ao alcance de todos, traz surpreendentes descobertas científicas que comprovam o poder do pensamento sobre a matéria e esclarecem a reencarnação. Seus estudos foram precursores da epigenética – estudo dos mecanismos moleculares por meio dos quais o meio ambiente controla a atividade genética. 

Sua vasta pesquisa comprova que o DNA é controlado pela energia que emana dos pensamentos, o que simplesmente significa que nossas projeções mentais influenciam diretamente em nossa saúde.

Transcrevo abaixo para vocês o epílogo. Nele, o autor fala sobre o seu momento "ahá", quando seus estudos científicos ultrapassaram as fronteiras da vida material e evoluíram para o mundo espiritual.

“Se você pudesse ser qualquer pessoa neste mundo... quem você seria?" Eu costumava passar muito tempo pensando nisso. Vivia obcecado com a fantasia de mudar de identidade, pois desejava ser qualquer pessoa menos eu mesmo. Minha carreira como biólogo e professor universitário era promissora e fascinante, mas minha vida pessoal era um verdadeiro caos. 
Quanto mais eu tentava encontrar felicidade e satisfação, mais insatisfeito e infeliz me sentia. 
Com o tempo, acabei desistindo e me entregando àquela vida sem prazer. Aceitei o fato de 
que era meu destino viver assim e que eu deveria tentar fazer o melhor possível com o que me 
foi oferecido. Tornei-me uma vítima da vida e meu lema se tornou: "o que será, será". 

Porém, minha atitude fatalista modificou-se radicalmente em 1985. Eu tinha deixado meu  cargo na Escola de Medicina da Universidade de Wisconsin e comecei a lecionar em uma faculdade de medicina no Caribe. Então, distante do mundo académico tradicional, aos poucos minha mente passou a seguir outra linha de pensamento, fora dos padrões e crenças rígidos que até então havia seguido fielmente. Livre das concepções rígidas da ciência convencional e maravilhado com todo aquele mar azul do Caribe tive uma epifania científica que abalou todas as minhas crenças a respeito da estrutura da vida. 

Tudo começou quando eu estava pesquisando os mecanismos que controlam a fisiologia e o comportamento das células. De repente, percebi que a vida de uma célula é controlada pelo ambiente físico e energético em que ela se encontra e não pelos genes. Os genes são meros modelos moleculares utilizados na construção das células, dos tecidos e órgãos. O ambiente funciona como uma espécie de' 'empreiteiro", que interpreta e monta as estruturas e é responsável pelas características da vida das células. Mas é a "consciência" celular que controla os mecanismos da vida, e não os genes. 

Como biólogo celular, eu sabia que minhas descobertas teriam grande impacto sobre minha vida e a de todos os seres humanos. Cada um de nós é composto de aproximadamente 50 trilhões de células. Todo o trabalho de minha vida concentrou-se em entender melhor o seu funcionamento, pois sempre soube que o dia em que descobrisse exatamente como funciona uma célula eu descobriria como funciona todo o nosso organismo. Também percebi que, se uma célula pode ser controlada pelo ambiente que a cerca, nós, os seres vivos, que temos trilhões delas também podemos ser controlados. Assim como cada célula, o destino de nossa vida é determinado não por nossos genes, mas por nossas respostas aos sinais do meio ambiente que impulsionam e controlam todos os tipos de vida. 

Por um lado, minha descoberta sobre a natureza da vida foi um grande choque. Fazia quase duas décadas eu vinha programando todos os meus alunos a pensar exclusivamente dentro dos parâmetros do dogma central da biologia: a crença de que a vida é controlada pelos genes. Por outro lado, porém, minha intuição sempre havia me dito que não era bem assim que as coisas funcionavam. No fundo, sempre tive minhas dúvidas sobre o determinismo genético. Algumas delas surgiram ao longo dos 18 anos nos quais trabalhei no projeto de clonagem de células para o instituto de pesquisas do governo. Mas foi somente quando me isolei do mundo académico tradicional que pude perceber a realidade com mais clareza. Minhas pesquisas mostraram que os conceitos mais profundos do determinismo genético estavam equivocados. 

Minha descoberta sobre a essência da vida não apenas confirmou minhas pesquisas como também colocou em xeque outra crença que eu vinha incutindo na mente de meus alunos: que a medicina alopática é a única que merece consideração. Quando me conscientizei da importância da energia do ambiente ao nosso redor, compreendi de maneira mais profunda e abrangente as bases da ciência e da filosofia, da medicina complementar e também a sabedoria espiritual das crenças mais antigas, e passei a ver a alopatia com outros olhos. 

Aquele momento de descoberta também me abalou porque contrariou todas as minhas crenças de que meu destino era ser uma pessoa infeliz. Não há a menor dúvida de que nós, seres humanos, temos a capacidade de nos apegar a falsas crenças e a defendê-las com unhas e dentes, e os cientistas não estão imunes a isso. Nosso desenvolvido sistema nervoso, aliado a um potente cérebro, é uma prova de que nossa consciência é muito mais complexa do que o simples universo celular. Quando nossa mente se concentra em determinado assunto ou objeto, captamos e sentimos o ambiente de maneira muito mais abrangente do que as células, pois elas possuem consciência mais restrita e reflexiva do que a nossa. 

Fiquei extasiado com a ideia de poder alterar meu destino modificando minhas crenças. O simples fato de perceber que este novo ramo da ciência poderia me fazer passar de mera "vítima" a "co-criador" trouxe-me grande alívio. 

Já se passaram 20 anos desde aquela noite mágica no Caribe quando tive o vislumbre de realidade que modificou toda a minha vida. E as pesquisas biológicas que desenvolvi desde então só fizeram confirmar e ampliar os conceitos que compreendi naquele momento. Vivemos hoje uma era fantástica. A ciência está se libertando de velhos mitos e estabelecendo uma nova base de crenças com relação à civilização. A crença de que somos meras e frágeis máquinas controladas por genes está sendo gradualmente substituída pela consciência de que somos os próprios geradores e administradores de nossa vida e do mundo que nos cerca. 

Há duas décadas venho divulgando e apresentando esses conceitos científicos a centenas de pessoas em palestras nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. As mudanças que essas pessoas estão conseguindo fazer em sua vida com essas informações têm me trazido muita alegria e satisfação. Conhecimento significa poder. Consequentemente, o conhecimento sobre o ser nos dá poder sobre nós mesmos e sobre nossa vida. 

E é precisamente este conhecimento que eu ofereço a você neste livro, A biologia da crença. Espero que, ao ler estas páginas, você compreenda que muitas das crenças que impulsionam e controlam sua vida não são reais, e sim conceitos limitadores, e que passe a querer modificá-los. Ao fazer isso, você reassumirá o controle de sua vida, permitindo a si mesmo ter mais saúde e felicidade. 

Sei que se trata de conceitos revolucionários, de grande impacto e também de muito poder. A partir do momento em que me conscientizei deles, minha própria vida tornou-se bem mais completa. Deixei de passar o tempo todo perguntando a mim mesmo: "Se eu pudesse escolher alguém para ser neste mundo... quem escolheria?" Hoje a resposta é uma só: quero ser eu mesmo! "


terça-feira, 14 de outubro de 2014

A Luz da Cura Reconectiva

Não precisamos de nos proteger da energia negativa. Temos simplesmente de nos lembrar de quem somos. Recordarmo-nos que somos a Luz, e quando o reconhecemos e vibramos a esse nível, compreendemos que o mal e a escuridão não existem. Eu não acredito no mal. Eu acredito no belo e acredito no feio, e em muitas outras coisas pelo meio. Acredito em maneiras agradáveis de aprendermos as nossas lições e em maneiras muito desagradáveis de aprendermos as nossas lições e, mais uma vez, em várias coisas pelo meio. Se a escuridão existisse por si própria, então seríamos capazes de entrar em qualquer sala escura, varrê-la para dentro de um saco de papel e deitá-la fora com o resto do lixo. Escuridão é simplesmente a ausência de Luz, freqüentemente um reflexo da nossa própria ausência de Luz (...) e quando interagimos com outra pessoa vibrando nessa freqüência de Luz, essa pessoa tem a oportunidade de se recordar de quem é, e vibrar nessa freqüência de saúde. E qualquer desafio de saúde que seja mais denso do que a Luz, que é o mesmo que dizer, todos os desafios de saúde, simplesmente desaparecem. A cura é tão fácil quanto isso. O que se torna difícil é toda a mistificação em que a mergulhamos. Não precisamos de repelir ou proteger-nos da energia negativa. Precisamos apenas de ser a Luz. Porque nada pode acontecer que prejudique a Luz. A Luz é simplesmente aquilo que somos na nossa essência e o que nos dá vida. A nossa própria presença torna-se o catalisador da cura, em vez de sermos aquele que tenta forçá-la através de qualquer método ou meio externo."

Dr. Eric Pearl



segunda-feira, 6 de outubro de 2014

E se você tivesse uma conta corrente com um saldo de R$ 86.400,00 todo dia?

Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorde com um saldo de R$ 86.400,00. 

Só que não é permitido transferir o saldo do dia para o dia seguinte. 

Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faz?

Você irá gastar cada centavo, é claro!

Todos nós somos cliente deste banco que estou falando.

Esse banco se chama TEMPO.

Todas as manhã, é creditado para cada um 86.400 segundos.

Todas as noites o saldo é debitado, como perda.

Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte.

Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam.

Não há volta. Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário.

Invista, então, no que for melhor, na saúde, felicidade e sucesso!

O relógio está correndo.

Faça o melhor para o seu dia-dia.

Para você perceber o valor de UM ANO, pergunte a um estudante que repetiu de ano.

Para você perceber o valor de UM MÊS, pergunte para uma mãe que teve o seu bebê prematuramente.

Para você perceber o valor de UMA SEMANA, pergunte a um editor de um jornal semanal.

Para você perceber o valor de UMA HORA, pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrar.

Para você perceber o valor de UM MINUTO, pergunte a uma pessoa que perdeu um trem.

Para você perceber o valor de UM SEGUNDO, pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.

Para você perceber o valor de UM MILISEGUNDO, pergunte a um atleta que recebeu a medalha de prata em uma Olimpíada.

Valorize cada momento que você tem!

Lembre-se o tempo não espera por ninguém.

Ontem é história.

O amanhã é um mistério.

O hoje é uma dádiva.

Por isso é chamado de PRESENTE!!!

Autoria desconhecida