segunda-feira, 30 de abril de 2012

O PONTO ZERO


Autor: Mark Comings - Fonte: personarte.com
ponto zero de energia pleroma vindas
 Tradução automatica
O todo é cheio de Luz assím como entramos numa nova era na compreensão do tempo, também entrou numa nova era de compreensão do espaço. Passamos a entender que o tempo é uma dimensão mais elevada da mente. Quando falamos de "espaço" que costumamos pensar no espaço tridimensional, mas vivemos em uma realidade multidimensional e existem infinitas dimensões do espaço. Mas a nossa consciência humana comum, geralmente é consciente do espaço tridimensional. Mas oculto dentro destas três dimensões é a marca registrada de todas as dimensões superiores. Por exemplo, quando projetamos uma sombra com as mãos, essa sombra tem a forma de sua mão, mas que carece de uma dimensão, está em um avião, apenas em duas dimensões. Assim como nosso corpo e tudo que se move em três dimensões, são sombras de dimensões superiores. Normalmente pensamos que estas sombras, estas projeções são reais e esquecem que estão sendo projetadas a partir de dimensões superiores. No entanto, nos últimos trinta anos, a ciência descobriu evidências de dimensões mais altas em três dimensões.

Descobrimos que o que chamamos de espaço vazio, um vácuo é realmente cheio de potencial de energia imensa. A conclusão ordinária do espaço, considerando como nada, onde está localizado o assunto, tornou-se claramente o nosso espaço. Mas a diferença tem mais energia do que o material que está na diferença e na verdade, a matéria eo vazio são a mesma coisa, há um continuum. Foi descoberto que há mais energia em um centímetro cúbico de vazio manifestar todo o universo. Acontece que cada ponto no vazio tem energia infinita convergindo em um único ponto. Para deduzir que cada ponto de energia tem energia infinita que está convergindo para esse ponto de todas as direções e por essa energia infinita está vindo de todas as direções ao mesmo tempo, então há um momento do cancelamento, anular-se mutuamente e é por isso que esta quantidade de energia no espaço é invisível. É como vectores, quando um ponto no centro, em seguida, um vector para fora de um dos lados para o lado oposto, mas uma vez que eles são iguais e opostas, em seguida, ele é cancelado eo cancelamento acontece, há muita energia , mas cancelada, não vejo isso. É uma energia universal que se cancela omnidireccionalmente. O processo de cancelamento onidirecional é tão perfeito, mesmo uma quantidade infinita de energia parece escondido no espaço vazio.

Agora, que esse espaço é infinitamente cheio de energia, tem enormes implicações para a forma como vemos o universo. Deste ponto de vista de cada ponto onde existe o vazio total é de onde a energia está sendo cancelado perfeitamente. Mas se em qualquer ponto do processo de cancelamento não é completada omnidireccional, se houver um ligeiro desequilíbrio no processo de balanço energético (um vector para fora um pouco mais), então existe uma distorção, neste ponto, e é esta cancelamento distorção como que se manifesta como matéria. Deste ponto de vista, toda a matéria, todo o mundo manifesto é apenas uma assimetria temporal no vazio que é cancelado. Isso nos permite fazer os professores de ciências verificar o que há muito vem dizendo: que a matéria eo vazio são a mesma coisa.

Esta é uma maneira científica de compreender o que a sabedoria mística nos revelou sempre. No "Sutra do Coração" do budismo afirma que "a forma é nada e nada é a forma." É uma afirmação um tanto misterioso, mas agora é totalmente compreensível em termos de ciência, porque, segundo a Física da Energia Ponto Zero, toda a matéria é apenas uma modificação do vazio. As implicações destas perspectivas são enormes porque, em vez de considerar o vazio vazio como um morto, totalmente vazio, é um campo infinito cheio de abundância e potencial, e nós mesmos e nossos corpos são parte de uma continuação do que a abundância infinita. Hoje, há várias pessoas que estão actualmente a trabalhar para alcançar os dispositivos que nos permitem desenvolver a energia elétrica obtida a partir da energia do ponto zero e ter a certeza que isso é possível.

Claro que há uma enorme resistência para demonstrar tudo o que se sabe sobre isso. A ciência da realidade do ponto zero de energia mostra que é abundância, não escassez. Infelizmente, como sabemos, todo o sistema mundial econômica se baseia na escassez. Os recursos são escassos e são baseados mais no medo. Diz-se que há uma escassez de energia e temos de competir por recursos limitados para os alcançar. Claro, isso é pensar apenas a partir do petróleo puro e da energia atômica como esse. Todos estes métodos de resíduos de produção de energia poluem e são prejudiciais para o planeta. O problema, eu não considero um problema, que tem a energia do ponto zero é que é abundante e gratuita. Essa tecnologia realmente nos permite um mundo no qual temos toda a energia que queremos livre e limpo, sem qualquer dano para o planeta.

Alguns cientistas já desenvolveram esta tecnologia e tiveram sérios problemas para remover o mercado. O problema óbvio é que limita os lucros enormes que produz pouca energia. Eu poderia falar por horas sobre esta tecnologia e as formas possíveis de ser de boa qualidade, mas ainda quer se concentrar em outro aspecto. Eu quero falar sobre as implicações espirituais desta nova maneira de pensar sobre o espaço. Considero que as implicações espirituais são ainda mais revolucionárias implicações econômicas e outras. Acredito que, como a consciência da humanidade sobe com novas freqüências, essas tecnologias podem provar abundância vir à luz. Além disso, acredito que isso é inevitável. A única resistência a esta é a consciência da escassez, medo e ganância. Mas, como mais e mais pessoas reconheçam a infinita abundância dentro de si, o que é mais fácil reconhecer a abundância externa.

Eu acho que o mais importante implicação deste ponto de vista do espaço é saber que estamos conectados a uma fonte infinita e esta fonte infinita é abundância infinita do Amor e Compaixão (coesão, magnetismo). A partir desta perspectiva, podemos ver toda a matéria como cristalizações do vazio. Nossos corpos são tão complexos assimetria na abertura estão sintonizados com este campo de potencial infinito. O que os cientistas costumam chamar de energia, para os místicos chama-se espírito e consciência.

A energia é mais do que apenas a superfície de um vasto oceano de espiritualidade viva. Assim, em termos de nosso desenvolvimento espiritual como importante é que nós devemos entrar neste campo da potencialidade pura no espaço. É que se convenceram de que ele está lá, ele existe e é infinitamente abundante. Nossas crenças são o mais importante fator que constrói a realidade em nossas vidas. Embora vivamos em um oceano infinito de abundância, se não podemos acreditar, então não podemos experimentar abundância. Nossas crenças têm o poder de bloquear-nos e manter-nos para acessar esses campos infinitos. Mas se acreditamos que estamos conectados com a fonte infinita de amor, compaixão e abundância, em seguida, vemos que estamos realmente feito e será possível para nós aproveitar e canalizar essa energia infinita em nossas vidas.

Essa energia pode curar qualquer doença, qualquer problema da mente, corpo ou espírito. Para cada doença não é apenas uma função de desequilíbrio entre corpo, mente e espírito. A ciência está mostrando isso agora, como é que os milagres acontecem, de fato, acontecem todos os dias. Nossa existência é um milagre incrível. Então, se percebemos o tipo de milagre que é estar aqui, vivenciando isso em mente, qualquer outro milagre não é surpresa. A intensidade de energia e luz que sempre nos acompanha é enorme, enorme. O vazio está ao nosso redor no espaço. É cheio de luz. É um vazio radiante que cria todas as formas.

Recentemente, fez alguns cálculos sobre a quantidade de luz que nos rodeia. Na ciência da Física Quântica o vazio está emitindo a qualquer momento que poderia ser chamado de vácuo fótons. A intensidade dos fotões provenientes do vácuo é cem vezes a intensidade da luz a partir da superfície do sol. Então isso é algo como estar nadando em luz todo o tempo. No espaço em que agora temos mais luz do que a superfície do sol. E se não podemos ver com nossos sentidos físicos, é porque eles têm sido regulados para captar as diferenças, para notar apenas as manifestações da matéria. Assim, esta imensa luz sempre está presente no fundo e não vemos com nossos olhos. No entanto, as pessoas que alcançaram altos níveis místicos têm confessado universalmente ver enormes quantidades de luz branca. Esta percepção de que os místicos têm luz branca foi vista pela "ciência" antiga como um desequilíbrio químico raro no cérebro dessas pessoas. Como esses cientistas não podiam compreender que esta luz radiante está presente em si. Agora podemos entender o que esses místicos percebem é a manifestação do que existe. Nos estados místicos, o sistema nervoso e os sentidos estão sintonizados de modo que você pode ver o que aparentemente não está lá.

Esta energia sempre presente radiante também pode nos ajudar a explicar outros fenômenos paranormais. Agora entendemos que a intenção humana pode dirigir estes fótons de vácuo e que, se sintonizar o suficiente, podemos até mesmo controlar os fótons para que eles, móveis, matéria ou telecinese. Ele também nos permite entender como as pessoas podem ajudar a aperfeiçoá-lo para canalizar a cura através das suas mãos. Na verdade essas pessoas estão dirigindo conscientemente estes fótons em um vácuo que pode ser aproveitado para a cura. Mas o mais importante implicação desta nova visão do espaço como um campo infinito é que podemos nos livrar de todas as nossas falsas crenças. O principal obstáculo que temos para manifestar o Paraíso na Terra é apenas a mente humana teimosa a limitação e escassez.

A humanidade começou novamente para colocar a sua fé na verdadeira ciência destes dias, que descobriu o que a mente racional pode compreender. Por isso, é altamente significativo que a mente racional, finalmente, através da nova ciência para reconhecer que existe abundância infinita. Isto traz-nos uma visão do potencial humano que é agora bastante limitado. Estamos sintonizados com este campo de energia infinita, mas ele também contém infinito amor e consciência infinita. Todos os problemas do mundo contam com as crenças errôneas e do pensamento limitado. Somos ensinados que vivemos num mundo finito com recursos finitos que não conseguem atingir a todos. E isso se tornou uma realidade para o que nós acreditamos que nós manifestamos. Se cremos na escassez e os recursos limitados, então as pessoas temem que não o suficiente fará com que eles mantenham mais e então realmente vai ser uma falta. Então, se as pessoas manter e preservar para si mais do que precisam, fazer uma demonstração real de que não existem suficientes, então o problema está na consciência humana. A escassez está na consciência humana, não no universo.

Eu acho que esta ciência da energia do ponto zero do vácuo é cheio de energia infinita, tem como objetivo libertar a mente humana a idéia de limitação e escassez. Quando conseguirmos convencer-nos que a riqueza é realmente não precisa mais manter mais do que precisamos, então não terá que competir, mas a nossa tarefa será a de compartilhar que a abundância de um e amorosa e criativa vai alterar a aparência do mundo uma maneira espetacular por sua firme crença na escassez. Agora, se esta crença na escassez persistir, não haveria nada que não pudéssemos expressar. O simples facto de um centímetro cúbico contém milhões de milhões de energia, em vez de a raça humana poderia precisar, seria absolutamente ridículo falar de escassez de energia. Mas a mente humana é tão incrível que conseguiu em meio a esta abundância, ainda acredito na escassez. Nós evoluímos em um mundo onde todos são escravizados e forçados a trabalhar tão arduamente para superar a escassez.

Uma vez que uma massa crítica de seres humanos que começam a trabalhar com este novo espírito de abundância, provocar uma ativação que não precisa trabalhar quase qualquer coisa para satisfazer as nossas necessidades de alimentação, vestuário, etc.
Quando muitas pessoas ouvem sobre a energia do ponto zero, o foco imediato para as possibilidades tecnológicas e suas implicações. Enquanto eles são claramente revolucionário, acredito que esta revolução tecnológica não é páreo para a revolução espiritual que vem de acreditar em abundância. Superar a ilusão do medo e da separação como espécie é mais revolucionário namorando uma nova tecnologia. É importante compreender que o que pensamos do coração se manifesta na realidade.

Podemos dizer que, assim como acreditamos, assim parece. O medo cria as suas próprias justificações para a existência imediatamente como o medo é necessário para a crença em separado em outro, mas se nós, como uma continuação do divino, não há necessidade de medo. Descarte a crença da separação vai desfazer o fundamento do medo. Ciência vácuo mostra que não há separação, tudo é um continuum em um único campo de radiação. Na verdade todas as manifestações materiais que percebemos com os sentidos são apenas um único campo. Tudo na Terra é um único organismo vivo. O aparecimento de pessoas separadas, em objetos distintos é uma ilusão, devido aos nossos limitados sentidos. É também uma função da nossa capacidade limitada para sentir. Se abrirmos a nossa capacidade de sentir, começamos a sentir para além dos objetos e pessoas de distância. Na verdade, começam a experimentar este Ser que é todo o universo vivo. É como se ele fosse imaginado que o Ser divino que é com todos nós. O que está acontecendo é que os seres humanos estão começando a despertar do sonho da separação e da fundação do medo está caindo aos pedaços. O ponto zero de energia, grande descoberta científica nos ajuda a perceber a nossa unidade.

O etc política, social, o mundo exterior do ser humano, são um reflexo de sua mentalidade. Se alterar o estado actual do nosso mundo, é preciso primeiro mudar nosso pensamento, então as mudanças externas acontecerá automaticamente. O ponta de lança da nossa evolução social e cultural é nossa evolução espiritual. Trabalhando dentro de nós, vamos mudar o nosso exterior de uma forma natural. Então, vamos sentir os efeitos desse campo de amor infinito. Essa nova ciência está nos mostrando o que é que toda matéria e energia estão cristalizadas as formas de amor. A luz é amor cristalizado ea matéria é luz cristalizada.

Basicamente, tudo é feito de amor, só em um espaço diferente ou formas. Da mesma forma que a água, vapor e céu, amor, luz e matéria são a mesma coisa. O amor que se revela.

Para concluir, estou imensamente feliz em demonstrar que finalmente temos uma ciência baseada no amor e recolher todas as falsas crenças de separação e limitação.

Muito obrigado por me deixar compartilhar isso com você.

...
Comings Mark é um. Matemático, físico e místico que se concentrou seus estudos sobre a nova ciência do tempo, a relação entre consciência e matéria-energia, e conseqüente re-visão do espaço Durante vários anos pertenceu ao Pesquisador Associado ISSO (International Organization Science Space) em San Francisco. Atualmente desenvolve o ensino sobre a relação entre ciência e espiritualidade

sábado, 28 de abril de 2012

A RECALIBRAÇÃO DO “DEVERIA” - Uma mensagem de Kryon, canalizada por Lee Carroll




26 de Janeiro de 2012, na Patagônia.
Saudações, queridos.  EU SOU KRYON do Serviço Magnético. Vocês começaram a sentir isto? Há uma diferença em sua percepção, o que torna mais fácil para vocês virem comigo a um espaço qântico. O navio (navio de Cruise) os isola da terra, apenas o suficiente para suspender a realidade de sua vida cotidiana. No momento em que terminarem este cruzeiro, terão se ligado à família com uma energia de alegria. Algumas soluções estarão próximas, haverá algumas epifanias, e agora há o potencial para três curas. Para alguns, a paz será entregue, substituindo a ansiedade. Haverá alguma clareza sobre alguns planos futuros também, tudo porque vocês se sentaram junto comigo aqui hoje.
Sua disposição para fazer isto, cria um estado que é um paradigma diferente, um modo de ser diferente, um subsídio para a clareza do pensamento. Quanto mais vezes o fizerem, mais freqüentemente sentirão a mudança. Assim, quero que aproveitem este momento e relaxem nele, sabendo que é de fato seguro, apropriado e adequado. Queridos, abram o seu coração neste dia. Vocês fizeram muitas coisas sinceras neste dia (durante o seminário), assim agora vamos fazer alguns exercícios de lógica espiritual.
Esta canalização não será longa, mas eu farei alguma transferência de informações para vocês. Eu chamarei esta canalização de Re-calibração do “Deveria” – coisas que vocês sentem que deveriam fazer ou não, de acordo com aqueles que estão no comando. “No comando do que?”, vocês poderiam perguntar. Bem, são aqueles que estão no comando do ”deveria”, e vocês sabem quem eles são. Eles são a tradição, a autoridade espiritual, a história e o aprendizado do passado. A informação que eu dou é específica para cada “deveria”, mas não necessariamente o que lhes foi ensinado. As coisas estão mudando, e com a re-calibração da energia no planeta, o enigma de que vocês trabalharam durante muito tempo como um trabalhador da luz, está começando também a mudar. Há somente algumas questões sobre o “deveria” para abordar hoje, mas serão questões que serão respondidas facilmente, mas inquiridas com muita freqüência. Elas abrangem muitos tipos diferentes de assuntos.
ADORAÇÃO
Comecemos com uma espiritual: Deus é o Criador do mundo, correto? Na verdade, Ele é. Na verdade, Ele é. Não deveria então o Criador ser adorado? Pois toda a Humanidade tem visto este fato e, portanto, tem adorado a idéia de Deus em muitas formas deste o início. No movimento esotérico da Nova Era, não há adoração. Não há verdadeiramente grandes altares ou construções. Não há espaço para ajoelhar e dar graças a Deus por algo. Assim, alguns poderiam se opor a vocês, apontar os dedos e dizer: “Você não está adorando como deveria”. Qual é a resposta a isto? E o que vocês diriam?
Eu lhes darei antes a metáfora: Vocês acreditam que sejam um fragmento do Criador? Os mestres que viveram no planeta lhes disseram que vocês são. Um dos mais recentes, Cristo, identificou-se e Ele disse: “Eu sou o Filho de Deus”. E então ele olhou e disse: “E assim são vocês. Assim,  é o grande “EU SOU” que está dentro de vocês, mas isto é difícil ver ou compreender, pois os Humanos procuram a grandeza na divindade. Eles procuram o que eles esperam: que Deus estaria no Céu, mas eles não vêem este atributo em seu interior.
Assim, vamos redefinir o “EU SOU”. Vamos decidir o que significa a terminologia “Filho de Deus”. Significa que vocês estão relacionados com o Criador. Significa que o Criador pode muito bem ser um membro da família. Significa que vocês têm informação e compreensão interior que vocês são, realmente, um membro da família. Vocês têm tranqüilidade, a falta do drama e a segurança quando pensam no que está dentro de vocês.
Assim, o que está dentro do Ser Humano não é necessariamente sentido como a grandeza do Criador, mas a família do Criador. Assim eu pergunto: Como vocês tratam a sua família biológica? Qual deles vocês adoraram ultimamente? A Mãe? O Pai? A Irmã? O Irmão? E vocês diriam: “Não, nós não nos adoramos. Nós nos respeitamos. Irmãos e irmãs. Não há drama, mas muitas vezes, há a expectativa do prazer, da diversão, da alegria. Nós nos preocupamos com o outro. Amamos uns aos outros”. E isto, queridos, é a resposta a este deveria.
Em vez da adoração, há a valorização, o reconhecimento, a cerimônia de gratidão e amor. Esta é uma grande diferença de “ficar de joelhos e adorar”, não percebem? Por que não imitam as palavras do Mestre? Se vocês são um Filho de Deus, então não adorem a Deus. Em vez disto, sejam parte da família. Apreciem aquilo que está no interior. Sintam-se próximos ao Criador quando se sentarem na cadeira e não elevem o que não deveria ser elevado, mas o amor que deveria ser amado.
VIVER EM COMUNHÃO PELA FORÇA
Aqui está outra: Alguns de vocês foram informados de que faz mais sentido para os Trabalhadores da Luz se aglutinem, pois, logicamente, isto criaria mais luz. Isto faria mais sentido, porque os Trabalhadores da Luz seriam de mentes afins e se uniriam como um grupo e viveriam juntos como um grupo. Eles poderiam então construir mais facilmente esta cidade como um grupo que tem sido chamado de luz na colina.
Além disto, o agrupamento iria criar uma comunicação melhor, o ensino e a proteção contra as velhas energias da Terra e aquelas coisas que iriam interferir na jornada de um verdadeiro trabalhador da luz. Há algo de errado com isto? Agora eu lhes digo que aqueles que lhes diriam isto estão em um velho paradigma linear. Eles estão procurando coisas que sentem que iria construir uma vida melhor, mas perderam de vista o que realmente faz um Trabalhador da Luz.
Vocês estão aprendendo a ser um criador auto-suficiente da vida. Esta é a essência da declaração “Eu Sou o que Eu Sou.” A afirmação não é: “Eu Sou o que Eu Sou, desde que eles sejam o que são.” Percebem? Vocês são faróis auto-suficientes! Quando foi a última vez que viram uma grande quantidade de faróis em uma rocha? Eles não precisam do outro! Quando foi a última vez que viram uma convenção de faróis?
“Bem, isto é bobagem”, vocês poderiam dizer. “Os faróis estão ancorados nas rochas. Eles não podem vir e visitarem o outro.” Correto. Mas eles podem certamente enviar a luz ao outro, não podem? Afinal, é para isto que um Farol está equipado. Talvez, os Trabalhadores da Luz possam até estar envolvidos com outros de modo quântico, e então a distância iria importar? (o envolvimento quântico foi mencionado no seminário). Assim, talvez seja o momento para que vocês mudem o paradigma de como imaginam o seu espaço no planeta. Precisam de proteção? A sua luz está em perigo?
Quando deixarem este lugar e o barco em que vocês estão no cais para o seu momento final, todos se espalharão. Alguns de vocês seguirão a contragosto, com lágrimas nos olhos e dirão: “Eu gostei disto. Gostaria de continuar fazendo isto”. Mas eu posso lhes dizer que vocês estão olhando para um velho paradigma de ter dor, sob qualquer condição! Uma vez que tocaram o coração do outro, vocês poderão se conectar e permanecer conectados, caso o queiram. Sua reunião aqui pode criar uma rede de luz, enquanto retornam àqueles lugares onde se ancoraram a sua própria rocha, e, sozinhos, criaram a luz em um lugar escuro onde poderiam viver. Vocês compreendem?
Não há nenhum deveria para viverem juntos como um grupo. Se fossem fazer tal coisa, deixariam o resto do planeta na escuridão! É incrivelmente egoísta e nada faz por qualquer pessoa, além do grupo. Aqueles que o fazem, apenas querem se sentir bem com o outro, e isto não ajudaria o planeta. Este é o segundo deveria.
ALIMENTAÇÃO ESPIRITUAL – QUAL É O ALIMENTO PARA VOCÊS?
Vamos mudar o tema. “Kryon, o que eu deveria comer como um Trabalhador da Luz? Eu ouvi muitas idéias. Há aqueles que comem carne e os que não o fazem, os que se afastam ou não de todas as coisas processadas. Há até aqueles que nada comem sob qualquer condição e somente respiram o ar! O que eu deveria fazer para honrar a Deus, e ao meu corpo, com o alimento que eu como?”
Imediatamente, haverá aqueles que indicam muitas escrituras espirituais e dizem: “Isto é o que você deveria fazer.” Outros, menos espiritualizados, podem lhes dar química pura para limpeza, dieta e saúde. Outros ainda persistirão na tradição da sua herança familiar, ou refletirão sobre a integridade de comer um animal. Assim, onde está a verdade nisto? Parece ter lógica aparente e faz sentido para muitos.
Queridos, qual é o objetivo? É ser saudável e, ao mesmo tempo, honrar a Deus? A maior parte diria: “Sim.” Tudo bem, é o momento para um pouco de lógica espiritual.
Pergunta: Onde é que nós estabelecemos que Deus estaria? Resposta: O Criador está no interior de vocês. Assim, como vocês honram este plano divino que está dentro de vocês? A resposta é permanecer vivo o maior tempo possível! É manter a sua Luz no planeta o quanto puderem. Assim como poderia dar uma dieta a todos vocês, que são tão únicos e diferentes? Quanto a esta questão, como poderia alguém dar uma instrução genética sobre uma “dieta correta” a uma variedade tão grande de tipos de corpos humanos?
Eis aqui a resposta: Dentro de cada um de vocês, há algo chamado inato. Inato é a “inteligência corporal.” Inata é a energia da consciência corporal que vocês usam quando fazem “teste muscular” (cinesiologia) ( Cinesiologia é a ciência que tem como objetivo a análise dos movimentos. De forma mais específica, estuda os movimentos do corpo humano). O Inato sabe o que está acontecendo ao nível celular do seu próprio corpo, o que vocês não sabem. Inata é a consciência do seu próprio DNA. É a fonte básica para a sua própria “consciência corporal”.
O Inato conhece algo chamado de herança Akashica. Este é o conhecimento de quem vocês costumavam ser em vidas passadas. Todas as suas necessidades alimentares, para permanecerem vivos por mais tempo com saúde, estão baseados em uma estrutura celular que sabe o que quer e precisa.
Não importa quem vocês sejam ou onde vivam. Se chegaram a este planeta de uma vida passada na Índia, gostarão de se alimentar como um Indiano, ainda que estejam em Montana! Se passaram vidas na Ásia, e hoje são do Brooklyn, poderiam ainda querer comer como um Asiático. Sua química “recorda” e anseia o que parece que irá satisfazer a digestão eficiente e a saúde.
Sua herança Akashica é bem mais forte do que lhe dão crédito. As energias de vidas passadas NÃO estão no passado! Elas são uma energia quântica da sua constituição espiritual que é atual e algo que vocês carregam como parte do seu “eu total” desta vez. Elas os afetam!
O corpo lhes dirá isto, se lhe pedirem. Sua estrutura celular irá clamar por aquelas coisas a que estão acostumados, e fará o seu corpo relaxar e ficar confortável com a química a que está acostumado. Se forem novos a esta cultura e passaram as últimas cinco existências em outra, não se surpreendam se a dieta da cultura antiga for o que desejam. A dieta vegetariana será algo que lhes serve, porque ela está em contato com o seu Akasha. Eles estão comendo o que a sua estrutura celular anseia comer, não o que alguém lhes disse para comer para torná-los mais espiritualizados.
Prestem atenção a sua inteligência corporal, pois ela lhes dirá muito sobre quem vocês foram. Não há nenhum deveria, exceto um: Permanecer vivo e ser saudável. Ouçam a sua estrutura celular e ela lhes dirá o que vocês deveriam comer. Isto não é a lógica espiritual para vocês? Não tentem converter o outro a sua “maneira correta” de alimentação. Honrem o sistema Akashico e compreendam que o inato conhece bem melhor do que vocês o que irá funcionar. Meu sócio está tentando atualmente a dieta “sem Glúten”. (Humor de Kryon).
Deveria usar Médicos e medicamentos para me curar, ou Métodos Espirituais? “Querido Kryon, eu ouvi que você deveria permanecer natural e não usar a ciência do planeta para a cura. Não honra à Deus ir ao médico. Afinal, você não diz que podemos curar com as nossas mentes? Assim, por que eu deveria ir a um médico, se podemos fazê-lo sozinhos? Não apenas isto, meu médico não é iluminado, então ele não tem idéia sobre o que o meu inato ou o meu corpo espiritual precisa. O que eu deveria fazer?”
Primeiro, Ser Humano, por que você deseja colocar tantas coisas em caixas? Você continua a querer uma resposta “sim” e “não” para situações complexas devido a sua perspectiva linear de 3D, em quase tudo. Aprenda a pensar fora da caixa de 3D! Olhe para o título desta seção (acima). Ela fala sobre o que vocês deveriam fazer. Já assume que vocês não podem fazer ambos, porque eles parecem uma dicotomia.
Usemos um pouco de lógica espiritual: Aqui está uma resposta hipotética. “Não vá a um médico, pois você pode curar tudo com a sua mente.” Então agora eu perguntarei: Quantos de vocês podem fazer isto nesta sala agora? Quantos leitores podem fazer isto com eficiência agora? Todos vocês são velhas almas, mas estão realmente preparados para fazer isto? Sabem como? Vocês têm realmente bons resultados com isto? Podem se livrar da doença e do desequilíbrio químico com a sua mente agora?
Eu lhes darei uma verdade, optem por vê-la ou não. Vocês não estão preparados para isto! Não estão ainda preparados para assumir a tarefa da cura plena utilizando as suas ferramentas espirituais. Os Lemurianos podiam fazer isto, porque os Pleidianos lhes ensinaram como! É uma das promessas de Deus, que chegará um dia em que o seu DNA irá funcionar de forma eficiente e será capaz de se afastar dos medicamentos e da indústria médica para sempre, pois vocês terão a energia do Criador funcionando a 100%, algo que vocês viram nos grandes mestres que viveram na Terra.
Isto será possível na terra em ascensão e isto aguardam com muita ansiedade, queridos. Já viram as notícias ultimamente? Olhem pela janela. É onde vocês estão agora? Estamos lhes dizendo que a energia está indo nesta direção, mas vocês não estão lá ainda.
Permitam que aqueles que sentem que podem curar a si mesmos, que comecem o processo de aprender como. Muitos serão capazes de apreciar o fato de que vocês têm alguns dos dons para isto agora. Deixem que o processo se inicie, mas não pensem nem por um momento que vocês chegaram a um espaço onde cada problema de saúde pode ser curado com o seu próprio poder. Vocês são estudantes de um processo grandioso que eventualmente será seu, se desejarem iniciar o processo quântico de conversar com as suas células. Alguns serão bons nisto, e alguns estarão plantando as sementes.
Agora eu gostaria de lhes dizer como o Espírito trabalha e os potenciais do que irá acontecer nos próximos anos. Nós  daremos aos médicos do planeta novas invenções e nova ciência. Estas serão as grandes descobertas sobre o corpo Humano e os atributos quânticos nele contidos.
Observem o que já aconteceu, pois um pouco desta ciência já lhes foi dada e vocês a estão realmente usando. Imaginem uma ciência que permitiria que o coração fosse transplantado, porque o que vocês têm está falhando. Naturalmente! É uma operação feita muitas vezes por mês neste planeta. Esta informação veio do Criador, perceberam isto? Ela não caiu da prateleira de alguma biblioteca de energia escura para ser usada de maneira prejudicial.
Então, se precisarem de um coração novo, Trabalhador da Luz, deveriam ir ao médico ou criar um com a sua mente? Até que se sintam confortáveis com o fato de que podem substituir sozinhos o seu coração por um novo, então poderiam considerar o uso da informação dada por Deus, que está nas mãos do cirurgião. Pois isto irá salvar a sua vida, e irá criar uma situação onde permanecerão e continuarão a enviar a sua Luz à Terra! Percebem o que estamos dizendo?
Vocês podem também alterar o que é medicina (os medicamentos), e começarem um processo que é espetacular em seu projeto, mas não muito 3D. Eu os desafio a começarem a usar o que eu chamaria de princípio homeopático com os principais medicamentos. Se alguns de vocês estão tomando medicamentos importantes a fim de alterar a sua química, de modo que possam viver melhor e por mais tempo, poderiam sentir que não têm escolha. “Bem, isto está me mantendo vivo”, vocês poderiam dizer. “Eu não tenho ainda a capacidade de fazer isto com a minha consciência, assim eu tomo os remédios.”
Nesta nova energia há outra coisa que vocês podem tentar se estiverem nesta categoria. Façam o seguinte com segurança, inteligência, bom senso e lógica. Eis aqui o desafio. O princípio da homeopatia é que uma tintura quase invisível de uma substância é ingerida e vista pelo seu inato. O inato “vê” o que vocês estão tentando fazer e então ajusta a química do corpo em resposta. Portanto, vocês poderiam dizer que estão enviando ao corpo um “sinal para o equilíbrio”. A tintura em si não é suficientemente grande para afetar qualquer coisa quimicamente, entretanto, ela funciona!
O corpo (inato) vê o que vocês estão tentando fazer e então coopera. Em certo sentido, vocês poderiam dizer que o corpo está se curando, porque vocês foram capazes de lhe dar instruções através da substância homeopática do que fazer. Então, por que não o fazem com um medicamento importante? Comecem a reduzir a dosagem e a começar a conversar com as suas células, e vejam o que acontece. Se não forem bem sucedidos, então interrompam a redução. Entretanto, para sua própria surpresa, podem muitas vezes ser bem sucedidos ao longo do tempo.
Vocês poderiam ser capazes de tomar a dose a que estão acostumados e cortá-la pelo menos um quarto do que era. É o princípio da homeopatia e isto lhes permite manter o propósito do medicamento, mas reduzam-no a uma fração de uma dosagem comum da 3D. Vocês o estão ainda tomando internamente, mas agora está também assinalando para funcionar quimicamente. O sinal é enviado, o corpo coopera e vocês reduzem a chance de efeitos colaterais.
Vocês não podem colocar as coisas em compartimentos de sim ou não, quando se trata do grande sistema do Espírito. Vocês podem usar a lógica espiritual e verem as coisas que Deus lhes deu no planeta, nas invenções e processos. Façam uma operação, salvem a sua vida e digam: “Obrigado, Deus, por isto e por meu ser, onde estas coisas são possíveis.” É um tema complicado, não é? Cada um de vocês é tão diferente! Vocês saberão o que fazer, queridos. Nunca exerçam pressão sobre esta decisão, porque o seu inato lhes dirá o que lhes é apropriado, se estiverem dispostos a ouvir.
NÃO HÁ NENHUMA NOVA ERA. DEUS NÃO MUDA. PERMANEÇAM COM A TRADIÇÃO.
Olhemos para o final. Há aqueles que lhes dirão que Deus é o mesmo ontem, hoje e sempre. Eles lhes diriam que não deveriam, portanto, estejam em um movimento da Nova Era, pois Deus nunca irá mudar e a energia de Deus será sempre a mesma. Portanto, as suas idéias da mudança de energia e de Deus são tolices. Então eles os avisarão e dirão: “Afastem-se da Nova Era e acompanhem as tradições e os sistemas de religião e de aprendizagem espiritual que são criados e têm uma história com bilhões de pessoas na Terra.”
Todo este argumento acima está baseado em uma compreensão errônea, queridos. Aqui está a declaração que eu desejo fazer. Deus é o mesmo ontem, hoje e sempre. Isto é maravilhoso, pois Deus, o Criador, nunca mudará. O que está mudando, entretanto, é o relacionamento do ser humano com um Deus imutável. O que está mudando é a habilidade do ser humano de ultrapassar uma energia antiga e, com uma nova energia, encontrar o Criador interiormente. É o ser humano que está mudando e não Deus.
O próprio ambiente ao seu redor está cooperando (Gaia), a fim de melhor compreender um Deus que é o mesmo ontem, hoje e sempre. A Nova Era se refere aos Seres Humanos que reconhecem que o seu relacionamento com o Espírito está mudando e se tornando mais real em suas vidas. Isto significa que os humanos podem começar agora a ver e a sentir o Criador em seu interior de um modo novo e profundo. Novas ferramentas espirituais estão à mão e uma consciência de si está começando a aumentar lentamente. Os seres humanos estão mudando! Deus é o mesmo.
Afastem-se da tradição, pois isto somente servirá para mantê-los em uma prisão de sua própria criação, onde vocês se apegam à mitologia e nunca vêem a magnificência de sua própria alma.
Vocês poderiam dizer que há um atributo que passa através de todos os deveria. Vocês deveriam sempre se permitir o discernimento espiritual em todas as coisas. Não compartimentalizem as energias ao redor de vocês – algo que a sua mente linear deseja fazer. Em vez disto, fundam estas coisas em uma sopa de lógica espiritual que faça sentido em sua vida. Não apliquem as suas regras a qualquer Ser Humano, mas descubram o que funciona para vocês e o celebrem quando se tornarem mais saudáveis.
Queridos, eu sou o irmão/irmã Kryon. Não importa se são jovens ou idosos neste grupo. Todos vocês são velhas almas que estarão juntos por muito tempo. Lembrem-se disto. O primeiro mês de 2012. O início de muitas coisas novas.
E assim é.
Kryon

A informação é gratuita e disponível para impressão, cópia e distribuição. Seus Direitos Autorais, entretanto, proíbem a venda sob qualquer forma, exceto pelo editor.
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

quinta-feira, 19 de abril de 2012

A História da Reconexão de Eric Pearl







A partir de Los Angeles, Eric Pearl tem suscitado um grande interesse de médicos de renome e investigadores de todo o mundo, incluindo um dos hospitais mais bem cotados nos Estados Unidos, um Instituto do Trauma, um Centro de Trauma Espinal e uma Universidade de Medicina.

Antes do aparecimento súbito das suas capacidades menos tradicionais de cura, o Eric estava à frente de uma clínica de quiroprática de sucesso durante 12 anos. Em Agosto de 1993 descobriu que tinha sido abençoado com um dom fora do comum. Depois de 12 anos a exercer quiroprática, tornou-se subitamente um veículo de cura de outro tipo: um condutor através do qual a energia da cura flui.

Apesar de Eric andar demasiado ocupado a gerir a clínica, muitos são os que testemunham, nos seus seminários e sessões privadas, a cura de doenças, como tumores malignos, doenças relacionadas com a SIDA, Fadiga Crónica, malformações congénitas e deformações ósseas.

Durante as décadas de 80 e 90, Eric Pearl, com o diploma de Doutor de Quiroprática pelo Colégio de Quiroprática de Cleveland, Los Angeles, estava à frente de um dos maiores centros de quiroprática de Los Angeles. Muitas vezes apelidado de “Quiroprático das Estrelas”, ele adquiriu o status de médico de enorme sucesso. Tendo aprendido com verdadeiros mestres, como o Dr. Virgil Chrane e o Dr. Carl Cleveland, o Eric Pearl, além das técnicas de quiroprática convencionais, incorporou também técnicas puras e originais já perdidas da quiroprática.

Tanto num meio informal como em clínicas, os pacientes (e médicos!) testemunharam resultados das curas que ocorrem quando o Eric simplesmente mantém as suas mãos próximas deles.

Por que eu?

Se eu estivesse sentado numa nuvem à procura, no planeta, da pessoa certa para oferecer um dos presentes mais raros e procurados no Universo, não sei se teria vasculhado para lá do etéreo, apontado o meu dedo através das vastas multidões – os pastores, os donos de lojas, os moralistas e os certinhos – e apontado: “Aquele! É aquele! Dá-lhe a ele!”

Talvez não tenha acontecido exatamente assim, mas é assim que parece. Exceto quando não parece.  Quero dizer, excepto quando alguém aparece com uma explicação inteiramente diferente e plausível. “Oh, não”, exclamará alguém bem intencionado, incrédulo da minha falta de compreensão de como funciona o Universo - “é claro que já fizeste isto em vidas passadas.” Aquilo que eu quero saber é isto: como é que esta gente sabe tanto das minhas vidas passadas, quando eu próprio ainda mal compreendo esta?

Quer dizer, vamos ser realistas. Passei 12 anos a construir uma das maiores, se não mesmo a maior, clínica de quiroprática em Los Angeles. Tinha 3 casas, um Mercedes, dois cães e dois gatos. Tudo pareceria perfeito se eu não tivesse esbanjado o meu dinheiro e o álcool o suficiente para dar cabo de um relacionamento de seis anos, uma situação que me deixou literalmente incapaz de colocar um pé à frente do outro durante 3 dias. O Prozac contribuiu para esta situação. E bastante.

Seis meses mais tarde estou a passear em Venice Beach, California, com a minha assistente, que insiste que eu faça uma leitura de cartas por alguém que está na praia. “Eu não quero que uma pessoa na praia adivinhe o meu futuro,” respondo eu com absoluta determinação. Se ela fosse assim tão boa com cartas as pessoas iriam até ela; não estaria a arrastar uma mesinha pela praia, uma toalha, cadeiras e toda a parafernália para um passeio de praia cheio de gente para revelar a turistas crentes a sua versão do futuro para cada um deles, esperando ser paga pelo privilégio.

“Eu conheci-a numa festa e disse-lhe que viríamos aqui. Sentir-me-ia agora mal se não fizéssemos uma leitura” respondeu ela sem pestanejar, adicionando que a mulher fazia leituras de 10 e 20 dólares. Bastou-me olhar uma vez para a minha assistente para ficar, a saber, que continuar a protestar não surtiria qualquer resultado. “Está bem”, resmunguei, tirando uma nota de 10 dólares, sabendo que era metade do dinheiro que tinha para pagar o almoço. Caminhei respeitosamente até à mulher, sentei-me na cadeira, dei-lhe 10 dólares e fiquei a pensar na fome que tinha naquele momento.

Em troca do meu dinheiro, recebi uma leitura de eventos presentes sem qualquer relevância e fui apelidado de “Bubelah” por aquela cigana judia. Ela continuou, afirmando: “Há um trabalho especial que eu faço através de linhas axiotonais. Reconecta as tuas linhas dos meridianos às redes do planeta que, por sua vez, nos conectam às estrelas e a outros planetas.” Ela disse-me que era capaz de fazer isto e que, eu como curador, precisaria que me fosse feito. Acrescentou que eu poderia ler sobre o assunto num livro intitulado O Livro da Sabedoria: As Chaves de Enoch. Soou-me particularmente apelativo e, por isso, fiz-lhe a pergunta: “Quanto custa?” Ela respondeu: “Trezentos e trinta e três dólares.” Ao que eu respondi: “Obrigado, mas não obrigado.”

Este é o tipo de situação que se vê nos noticiários. “Era capaz de ouvir os murmúrios dos jornalistas: “Cigana judia em Venice Beach apanha 333 dólares a um quiroprático crente”. E imaginar a minha fotografia com a palavra “Palerma” na legenda “ ... convence médico a pagar-lhe mais 150 dólares por mês para o resto da vida para acender velas que o protejam.” Sinto-me humilhado só de pensar no assunto. Assim, eu e a minha assistente afastamo-nos e passamos a dedicar-nos a uma maneira criativa de desfrutar de um almoço para dois por 10 dólares.

Poderia pensar que a história termina aqui, mas a mente trabalha de maneiras misteriosas. Não conseguia tirar a idéia da cabeça. Dei por mim a tirar os últimos minutos do intervalo do almoço para ir à livraria Bodhi Tree, na tentativa de ler rapidamente o capítulo 3.1.7. do Livro da Sabedoria: As Chaves de Enoch. Este capítulo fala das tais linhas axiotonais. A maior lição daquele dia é que se havia livro que não podia ser lido rapidamente era aquele. Mas li o suficiente. E isto iria perseguir-me até eu ceder. Atirei-me à caixa dos biscoitos.

O trabalho é feito em dois dias, em dias separados. No primeiro dia, dei-lhe o meu dinheiro, deitei-me numa maca e dediquei-me a ouvir a minha mente a murmurar: “Isto é a coisa mais estúpida que alguma vez fiz.” Não posso acreditar que dei $333 a uma perfeita estranha para que ela pudesse desenhar linhas no meu corpo com as pontas dos dedos. Enquanto estava para ali deitado a pensar em todas as coisas boas onde poderia ter gasto esse dinheiro, fui atingido pela voz repentina da minha intuição: “Bem, já lhe deste o dinheiro. “O melhor é parar com essa conversa negativa e abrir-se para receber o que quer que seja que haja para receber”. Fiquei então muito quieto, pronto e receptivo. Não senti nada. Absolutamente nada. Mas, pelos vistos, eu era a única pessoa na sala que sabia isso. Como tinha pago as duas sessões, regressaria no Domingo para a segunda parte. Contudo, uma coisa estranhíssima aconteceu nessa noite. Cerca de uma hora depois de me ter deitado, o candeeiro próximo da cama - um candeeiro que tinha há mais de 10 anos – acendeu-se  e eu acordei com a sensação bastante realista de que havia pessoas em minha casa. Vasculhei a casa com o meu doberman, uma faca de cortar carne, e uma lata de spray de pimenta, mas não encontrei ninguém. Voltei para a cama com o sentimento estranho de que não estava só, que estava a ser observado.

Para todos os efeitos, o segundo dia começou da mesma maneira que o primeiro. Contudo, muito rapidamente me apercebi que seria tudo menos igual ao primeiro. As minhas pernas não queriam ficar quietas. Tinham aquele comportamento de “perna louca” que pode eventualmente acontecer durante a noite, num acaso singular. Em pouco tempo, essa sensação invadia o resto do meu corpo, ao mesmo tempo que tinha uns arrepios insuportáveis. Era difícil estar quieto na maca. Embora quisesse largar aquelas sensações, não tive coragem de me levantar. Por quê? Porque tinha pago 333 dólares e iria obter o que quer que fosse que o meu dinheiro estava a pagar. Só por isso. Em breve estava terminado. Era um dia de Agosto de intenso calor e estávamos num apartamento sem ar condicionado. Eu estava cheio de frio, quase ao ponto de congelar, os meus dentes a bater. A mulher deu-me uma manta onde me enrosquei durante uns cinco minutos até que o meu corpo regressou à temperatura normal.

Agora sentia-me diferente. Não compreendia o que tinha acontecido, nem poderia tentar explicar, mas contudo era uma pessoa diferente de há quatro dias atrás. Deixei-me escorregar para dentro do meu carro, que parecia saber o caminho de regresso a casa.

Não me recordo do resto do dia. Nem seria capaz de lhe dizer se o resto do dia aconteceu. Só posso dizer que no dia seguinte estava no meu local de trabalho. E aqui começa a odisséia.
Era habitual deixar os meus pacientes deitados na marquesa com os olhos fechados 30 a 60 segundos depois de efetuar os ajustamentos no corpo para que relaxassem. Nessa segunda-feira, sete dos meus pacientes, alguns deles eram acompanhados há cerca de 12 anos, e outro que acabara de conhecer perguntaram-me se eu tinha andado em volta da maca enquanto eles estavam deitados. Alguns perguntaram se alguém tinha entrado na sala porque tinham sentido a presença de várias pessoas à volta da marquesa. Três deles disseram que a sensação era de pessoas a correr à volta da maca, e dois deles afirmaram, um pouco envergonhados, que parecia que as pessoas tinham voado por cima da maca.

Era quiropratico há 12 anos e nunca antes alguém tinha dito estas coisas. Agora tinham sete pessoas a me dizerem a mesma coisa num só dia. Qualquer coisa estava a acontecer. Além do que os meus pacientes me diziam, os meus funcionários faziam-me considerações estranhas: “Parece tão diferente! A sua voz está estranha! O que lhe aconteceu durante o fim-de-semana?” Definitivamente não seria eu a contar-lhes. “Oh, nada”, respondia, perguntando-me o que é que exatamente tinha acontecido durante o fim-de-semana.

Os meus pacientes diziam-me que conseguiam sentir as minhas mãos nos seus corpos antes de eu lhes tocar. Eles conseguiam sentir as minhas mãos a centímetros e mesmo alguns metros de distância. Começou a tornar-se um jogo para adivinhar com exatidão onde eu iria colocar as minhas mãos. Mas depressa se tornou mais que um jogo, à medida que as pessoas começaram a receber curas. Inicialmente as curas eram coisas pequenas: dores, mal-estar e coisas assim. Os pacientes chegavam para receber um tratamento quiroprático, eu fazia os alinhamentos, dizia-lhes para fecharem os olhos e permanecer deitado até eu lhes pedir para abri-los novamente. Enquanto permaneciam com os olhos fechados, eu passava as minhas mãos por cima deles por alguns momentos. Quando se levantavam e as dores desapareciam, perguntavam-me o que lhes tinha feito. “Nada. E não diga isto a ninguém”, tornou-se a minha resposta padrão. Esta diretiva foi tão eficaz como a abordagem da Nancy Reagan às drogas: “Simplesmente diga não”.

Em pouco tempo as pessoas começaram a aparecer de todos os lados para receber estas curas e eu não fazia a mínima idéia do que se estava a passar. É verdade que eu tentava encontrar uma explicação junto da mulher que me tinha reconectado através das linhas axiotonais. “Tem de ser algo que já estava em si. Talvez esteja relacionado com a experiência de quase-morte da sua mãe na altura do seu nascimento,” dizia ela, adicionando: “Eu não sei de ninguém que tenha tido esta resposta. É fascinante.” Fascinante. Aparentemente, fascinante significava que eu estava por minha conta.

No início de Outubro, eu manifestei-me. Eu tinha as minhas mãos por cima de um joelho incomodativo de uma mulher, devido a uma doença óssea na infância. Quando afastei as minhas mãos, o seu joelho estava melhor. As minhas mãos estavam cobertas de pústulas, pequenas pústulas que duraram não mais que três ou quatro horas. Isto aconteceu mais do que uma vez. Sempre que surgiam pústulas, as pessoas dos outros consultórios corriam para ver. (Eu deveria ter cobrado para assistirem ao espetáculo!) Foi então que aconteceu. As palmas das mãos começaram a sangrar. Não estou a brincar. Não eram jorros como nos filmes antigos ou no jornal 24 horas, mas mais como se me tivesse picado num alfinete. Mas não deixava de ser sangue. É uma iniciação! Fui informado pelas pessoas à minha volta. Iniciação a quê? Perguntava eu. E, mais uma vez, como é que eles sabem? Como é que eu não sabia? E quem é que saberia de verdade?

O início da busca.

Em Novembro estava eu no escritório de um médium de renome mundial. Sem fôlego, perdido, e 30 minutos atrasado (como sempre), entro a correr, atiro-me para cima de uma cadeira e faço de conta que não vejo o seu “olhar sinistro”. Sabe do que estou a falar, aquele olhar cheio de mestria de pessoas que sofrem de obstinação crônica; o tipo de olhar que nos faz recordar cada sermão do passado sobre nunca chegar atrasado e, em simultâneo, questionar o nosso valor como seres humanos baseado unicamente na aparente enormidade deste único defeito. Tive a certeza de que nos seus dias de folga ele devia andar a peticionar para que o Ministério da Educação permitisse novamente o uso da palavra “besta” dentro das salas de aula. Esta leitura estava perdida, tinha a certeza.

Ele colocou as cartas, como se tratasse de um contrato de negócios, com muito cuidado para não mostrar nem uma gota de calor humano ou compaixão. Olhou para as cartas, depois me olhou diretamente nos olhos com uma expressão meio divertida, ou de admoestação, e perguntou-me: “O que é que você faz?” Bem, eu não sei o que vocês pensam, mas a 100 dólares a hora, eu estava a pensar: “Tu é que é o médium. Dizes-me tu.” Controlei-me para não verbalizar os meus pensamentos. “Sou quiroprático,” disse secamente, tendo o cuidado de não dar muita informação que pudesse ajudar a colorir a leitura. (Eu nem sequer lhe tinha dito o meu sobrenome quando marquei a sessão.) “Não, não é. É muito mais do que isso” disse ele. “Algo surge a partir das suas mãos e as pessoas recebem curas. Você irá aparecer na televisão” continuou ele, “e as pessoas virão de todas as partes do país à sua procura.” Isto era a última coisa que eu esperava ouvir deste homem. Depois ele disse-me que eu iria escrever livros. “Deixe-me dizer-lhe uma coisa” disparei eu, com um sorriso conhecedor: “se há algo de que tenho a certeza é que jamais irei escrever livros.”
Os livros e eu nunca nos demos bem. Até esta altura deveria ter lido uns dois livros, e um deles era para colorir. Mas a vida iria trazer mais mudanças. Médiuns, curadores, e outros do gênero encontraram-me. De todo o país chegavam, para me informar que lhes tinha sido dito nas suas meditações para trabalharem em mim – e recusar qualquer compensação monetária. A minha relação com o álcool esmoreceu um pouco: um copo e meio de vinho ao jantar, ocasionalmente. Ninguém estava mais surpreso do que eu.

Mas o mais estranho estava ainda para acontecer: a minha dependência da televisão foi interrompida subitamente. Foi substituída, se me atrevo a dizer, por livros. Não conseguia ler o suficiente: Filosofia Oriental, vida após a morte, informação canalizada, e até experiências com óvnis. Eu li, vi e ouvi todos em todos os lugares.

À noite deitava-me para adormecer e as minhas pernas começavam a vibrar. As minhas mãos pareciam estar continuamente ligadas à corrente. Os ossos do meu crânio também vibravam e ouvia um zumbido nos meus ouvidos. Mais tarde, comecei a ouvir tonalidades, e, numa ocasião, aquilo que me parecia ser as vozes de um coro.

E assim foi. Perdi a minha sanidade. Agora tinha a certeza. Toda a gente sabe que quando se perde a sanidade começa-se a ouvir vozes. As minhas vozes cantavam. Em coro. Não era um som repetitivo, uma vocalização suave de fundo, ou um pequeno grupo de vozes. Não, eu ouvia um coro completo.

E que dizer dos meus pacientes? Eles viam cores: azuis, verdes, violetas, dourados e brancos belos e exóticos. E embora fossem capazes de reconhecer estas cores, eles diziam-me que nunca antes as tinham visto. A sua beleza ia para lá daquilo que conhecíamos. Foi-me dito por pacientes que trabalham em televisão e cinema que não só estas cores não existem na terra, mas mesmo utilizando todos os seus recursos e tecnologias que temos hoje, não seria possível reproduzi-las.

E sim, os pacientes viam anjos. Os anjos são algo popular de experienciar, por isso de início não prestei muita atenção às histórias de anjos até as pessoas começarem a descrever as mesmas histórias: os mesmos anjos, as mesmas mensagens, os mesmos nomes. E não estamos a falar de nomes habituais nos anjos, como Miguel ou Ariel, nem estamos a falar de Moisés ou Buda, embora muitas pessoas digam que vêem Jesus. Estamos a falar de nomes como Parsillia e Jorge. O Jorge aparece a crianças e adultos que ficam nervosos na presença de anjos. O Jorge aparece primeiro como um papagaio multicolorido. E só depois, tal como me é explicado com regularidade, deixa de ser um papagaio e torna-se apenas no seu amigo. O Jorge tem aparecido muito a pessoas em alturas de grande stress.

A primeira pessoa a ver o Jorge foi uma menina de 11 anos chamada Jamie. Ela e a mãe vieram de New Jersey porque ela tinha uma escoliose bastante acentuada, que desfigurava o corpo desta inteligente e bonita menina. Quando a Jamie terminou a sessão dela, informou-me e à mãe dela: “Acabei de ver um pequeno papagaio de muitas cores. E ele disse-me que se chamava Jorge. Mas depois deixou de ser um papagaio. Nem sequer era uma forma de vida.” Forma de vida: aqui está uma expressão para uma criança de 11 anos. “E depois ele tornou-se meu amigo.”

Nos dois ou três meses seguintes foram vários os pacientes que viram o Jorge, sendo que nenhum deles sabia da existência do Jorge, porque, como com todos os anjos, eu guardo os nomes e descrições confidenciais por forma a não influenciar as experiências dos outros. (Mesmo ao escrever isto alterei os nomes do Jorge e da Parsillia para proteger os que são puramente inocentes.)

A coluna da Jamie estava quase, embora não totalmente, corrigida pela terceira sessão, após a qual regressou a New Jersey. Falei com ela algumas vezes depois disso. Ela parece estar bem. E, de vez em quando, ainda tem novidades do Jorge.

A Parsillia, por outro lado, surge com mensagens específicas. Primeiro, ela deixa as pessoas saber que irão curar-se. Depois disso, ela informa que, se for curado, deverá ir à televisão e “espalhar a notícia”. Suponho que ela poderia ser chamada do nosso Anjo de Relações Públicas.

A primeira pessoa a ver a Parsillia foi uma mulher do Oregão chamada Michele. Michele tinha-me visto durante uma entrevista no canal da NBC numa das minhas primeiras aparições em frente das câmaras. Na altura ela pesava cerca de 45 kg. Sofria de Síndrome de Fadiga Crônica e Fibromialgia. Não tinha apetite e até ao engolir tinha dores. Não era capaz de se levantar de uma cadeira e ir até à casa de banho sem ajuda. Para tornar as dores toleráveis, tinha de ser transportada da cama e colocada debaixo do chuveiro com água quente umas quatro vezes ao longo da noite. Se ela pegasse nos filhos e conduzisse durante uma hora até casa da mãe, tinha de ficar lá, acamada, durante três dias, até ser capaz de guiar de regresso a casa. Inevitavelmente não tinha emprego. E o seu filho de seis anos tinha de preparar o jantar para o irmão de três anos: sanduíche  de manteiga de amendoim.

Michele, como a maioria dos meus pacientes, nunca tinha visto antes um anjo nem ouvido vozes. Demorou três dias até conseguir perceber o nome do anjo. Parsillia disse-lhe que ela iria ficar curada e que deveria espalhar a palavra através da televisão. Aproximadamente um ano depois ela era convidada, ao meu lado, num programa televisivo. Ela esbanjava sorrisos – e também algumas lágrimas. O peso dela é agora normal, com uma compleição saudável, tem um trabalho a tempo inteiro e faz exercício físico com freqüência. Ah! E cozinha para toda a família todas as noites. Acabaram-se os sanduíches de manteiga de amendoim.

Outro visitante que os pacientes vêem é um homem de cabelos brancos, bigode branco e bata branca. Outras vezes ele aparece com uma bata e a cabeça tapada.

Debbie, uma mãe de três filhos da Califórnia do Sul, foi a primeira a ver este anjo (cujo nome desconhecemos). Ela tinha sido diagnosticada em Março de 1995 com câncer do pâncreas terminal, o mesmo câncer que tirou a vida ao ator Michael Landon. Foi-lhe dito que talvez tivesse dois meses de vida. As suas experiências incluíram ser elevada para fora do seu corpo, viajar através de um túnel, ver faíscas de azul turquesa e, por fim, ser envolvida por luz branca. Debbie teve a experiência do homem de cabelos brancos das duas maneiras. Da primeira vez, encontrou-o de bata e cabeça tapada. Ele tocou-lhe no pulso, enviando uma descarga de energia por todo o seu corpo. Depois disto, ele fez uma pausa e afastou-se, deixando-a na presença de uma luz muito brilhante e invulgar mente acolhedora. Os olhos encheram-se de lágrimas. A seguir, ela deu por si num túnel a viajar através da galáxia, a sentir “coisas” a abandonar o corpo dela através dos pés e da cabeça.

Na segunda ou terceira sessão de Debbie, o tumor previamente inoperável encontrava-se 80% menor. Aproximadamente oito meses mais tarde, os médicos dela consideraram que ela estava capaz de agüentar a intervenção cirúrgica para remover os restantes 20% do tumor. Mesmo antes da data da operação, ela regressou para mais uma sessão. Um dia e meio depois, ela foi para o hospital em expectativa. Depois de alguns testes, contudo, foi mandada para casa. Sem cirurgia. Aparentemente, no dia e meio depois da nossa sessão, o tumor dela tinha desaparecido completamente. Não restava nada a não ser tecido cicatrizado.

Como aparte, a Debbie regressou para outra sessão em Novembro. Durante esta sessão ela sentiu gotas de água a cair no lado direito da cara. A seguir, o homem de cabelos brancos e bigode reapareceu, desta vez usando a sua longa bata branca, que esvoaçava atrás dele. E depois ele simplesmente esvoaçou.

Com freqüência, os pacientes vêem também um círculo de médicos com batas brancas, a verificar e guiar as curas. Podem ser vistos a conversar no círculo, e, contudo não se consegue ouvir o que dizem. Ou uma jovem índia americana que coloca uma pulseira de cabedal com ornamentos quadrangulares brilhantes sobre a testa do paciente. Com alguma freqüência também vêem um índio americano, ainda jovem, que permanece em pé na sala. (Ainda não temos a certeza se é um chefe ou um shamã.) Outro visitante é um anjo muito bonito e alto, muitas vezes descrito como medindo cerca de dois metros e meio de altura, com enormes asas de penas brancas. Dizem-me que ele se mantém atrás de mim com os seus braços à volta da minha cintura, a espreitar por cima do meu ombro direito, guinando em silêncio as minhas mãos. Muitos destes anjos parecem ter os seus odores específicos: flores, incenso, e ervas – em particular alecrim.

Depois veio Jered. Jered tinha quatro anos quando a sua mãe o trouxe até mim. Com uma armação metálica à volta dos joelhos que já não estava a surtir qualquer efeito, os seus olhos olhavam simultaneamente em direções opostas e, contudo, não focavam nada. Não saiam quaisquer palavras da sua boca. E, no silêncio, existia apenas o fluir constante de saliva. A luz do Jered tinha sido reduzida a uma expressão vazia que mostrava apenas resquícios do ser belo que no passado tinha existido.

O Jered estava a perder a cobertura de mielina no cérebro. Sofria uma média de cinqüenta ataques epilépticos por dia. A medicação tinha sido capaz de reduzir o número de ataques para cerca de 20 por dia. Enquanto ele permanecia sem qualquer movimento na marquesa, a mãe dele explicou-me que no último ano ela apenas observou impotente, a sua deterioração rápida. Na altura da primeira visita, ela tinha consigo não a criança que conhecera outrora, mas aquilo a que se poderia descrever apenas como uma “ameba”.

Durante a primeira sessão do Jered, sempre que a minha mão se aproximava do lado esquerdo do cérebro, ele sentia a sua presença e tentava agarrá-la. “Olhe, ele sabe onde está a sua mão. Ele quer agarrá-la. Ele nunca fez isto” dizia a mãe dele com uma surpresa cheia de esperança. “É aí que a mielina está a desaparecer” acrescentava ela. O Jered tornou-se tão ativo que, no final da primeira sessão, a mãe teve de se sentar ao lado dele na maca, segurando-lhe carinhosamente as mãos, entoando canções para crianças daquele jeito que só uma mãe sabe cantar, como a tradicional (“Brilha, brilha estrelinha”). No dia da primeira sessão do Jered, os ataques violentos de epilepsia pararam. Completamente.

Na segunda sessão do Jered, ele tentou agarrar as maçanetas das portas e começou a girá-las. A sua visão tinha melhorado e era agora capaz de focar objeto. À saída da minha clínica, ele apontou para um arranjo de flores na recepção: “Flores”, disse ele a sorrir. Todos ficaram com as lágrimas nos olhos.

Nessa noite o Jered foi apanhado a recitar as letras do alfabeto com uma apresentadora de televisão na Roda da Fortuna. E antes de ir dormir, esta criança que antes não dizia uma palavra, olhou para a sua mãe e disse: “Mãezinha, canta-me uma canção”. Cinco semanas mais tarde, o Jered estava de novo na escola. No recreio. A apanhar bolas.

Será que o Jered viu um anjo? Ele nunca o afirmou, mas eu sei que ele o viu. Este anjo conduziu-o durante uma hora até à minha clínica e outra hora de regresso a casa, sentou-se ao seu lado na marquesa e com muito amor cantou-lhe: “Brilha, brilha estrelinha” como só um anjo seria capaz de cantar.

Acabei por ter de me voltar para o meu interior para descobrir a maioria das minhas respostas. As minhas duas maiores preocupações eram: primeiro, que eu nunca conseguia prever a resposta dos pacientes e, logo, não podia prometer nada a ninguém, e, segundo, que eu iria ter altos e baixos nas energias que duravam entre três dias a três semanas.

Sempre fui o tipo de pessoa que gosta de ter as rédeas e que consegue sempre o que quer que seja que decida fazer. Enquanto outros mantinham a atitude de esperar para ver, eu preferia dominar, manipular e controlar os resultados de qualquer situação. Obstáculos que pareciam intransponíveis para outros tornavam-se invisíveis para mim, de maneira que seguia em frente e conseguia resultados. A expressão mais galante que se poderia dizer de alguém como eu seria: “se é para ser feito, sê-lo-á.” Se eu quero que algo aconteça, eu farei com que aconteça, e que nenhum tipo indeciso e fatalista se meta à minha frente. Imaginem então a minha surpresa quando caiu sobre mim a constatação de que para estas curas acontecerem de maneira célere, eu tinha de me afastar e desistir de comandar, ficar na segunda fila e deixar que um poder maior fosse o guia. Quem é que está a dizer isto? Pensava eu. Não posso ser eu.
Mas era a verdade. Não só a energia sabia onde ir, e o que fazer, sem qualquer instrução da minha parte como quanto mais eu afastava a minha atenção do resultado mais poderosa era a resposta. As curas mais extraordinárias aconteceram enquanto eu pensava na lista das compras. A audácia!

Receba, não dês.

Quem disse isto? Perguntava eu, vasculhando os cantos mais escuros da minha mente como se conseguisse ver alguma coisa aí. Sou a pessoa errada para este tipo de conselho. O meu ego estava ainda a recuperar deste “sai da frente e deixa que um poder maior seja o guia.” Como posso realizar estas curas nas pessoas se eu não as posso controlar?

Receba não dês.

Eu ouvi-te da primeira vez. Agora responde à minha pergunta, retorqui mentalmente.

Silêncio.

(O silêncio consegue mesmo mexer comigo por vezes.)

Entrei na sala para ver a paciente seguinte. Na esperança de não estar a prestar um mau serviço, e grato por ela não poder ler a minha mente e descobrir a hesitação e incerteza que lá ia, comecei por abrir as mãos, próximo dos pés dela. Eu recebia da paciente através das minhas mãos. Eu recebia dos céus através da minha cabeça. Era amoroso, exigia humildade e gerava confusão. Sentia-me defasado. E depois vi a paciente a começar a responder. E senti que estava tudo bem.

Nessa altura, abracei por completo o conceito que tinha andado a fermentar em mim, mas que ainda não compreendia na totalidade: eu não sou o curador, só Deus é que cura, e, por algum motivo, fosse eu um catalisador ou um vaso condutor, um amplificador ou intensificador, escolha a palavra mais apropriada, eu sou convidado a estar presente na sala.

A sessão chegou ao fim. A paciente tinha visto as mesmas cores espetaculares e ouvido os tons exóticos que outros pacientes vêem e ouvem. Também ela tinha visto dois anjos freqüentemente descritos por outros pacientes como estando presentes durante o processo de cura. O seu problema, uma mistura de Síndrome de Fadiga Crônica, fibromialgia e colite, desapareceriam depois desta sessão. Apesar de não colocar a sua vida em risco, tinha perseguido a sua vida nos últimos oito anos. Ela levantou-se da maca e disse: “Obrigado!”

Eu respondi: “Não me agradeça. Eu não fiz nada.” E ela respondeu: “Claro que fez,” sem perceber. “Nada teria acontecido se não tivesse colocado as suas mãos sobre mim.”

Pensei que talvez aquela pessoa sentada numa nuvem não tivesse feito asneira no fim de contas. Talvez eu tenha sido eleito para este dom porque não uso uma bata e turbante, porque não penduro tapeçarias nem queimo incenso, porque não ando descalço a comer tigelas de porcarias com dois pauzinhos. Talvez porque sou acessível e falo com um vocabulário simples. Ou talvez seja porque eu tenho uma capacidade de encontrar formas loucas de explicar as coisas que ainda eu mesmo não compreendo muito bem.

“É assim”, expliquei-lhe, procurando uma analogia simples e compreensível para uma garota cujo conceito de sincronicidade espiritual era de que Melrose Place era ao mesmo tempo o nome da rua em Los Angeles onde a minha clínica se encontrava e também o nome de uma série de televisão… “É como se tivesse acabado de comer um maravilhoso bolo de chocolate… e agora está a agradecer à palhinha pela qual o bebeu.”

Ela riu-se.

Acho que ambos compreendemos.

O Eric Pearl tem aparecido em programas da televisão norteamericana, como os shows da Leeza Show, Sally Jessy Raphael, The Other Side e muitos outros.
As curas dos seus pacientes foram documentadas em seis livros até à data: Hot Chocolate for the Mystical Soul; Chicken Soup for the Alternatively Healed Soul; More Hot Chocolate for the Mystical Soul; Hot Chocolate for the Mystical Teenage Soul; Are You Ready for a Miracle with Angels? E o livro do próprio Eric: A Reconexão: Cura os outros, cura-te a ti mesmo (Albatroz).
Eric Pearl, The Reconnection, LLC, and anyone associated with this work, inclusive of, but not limited to The Reconnection® and/or Reconnective Healing®, make no claims, promises, guarantees, representations or warranties and are neither diagnosing nor treating specific health challenges. You are solely responsible for seeing to and continuing with your own medical treatment and care.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

LIVRO A RECONEXÃO DE ERIC PEARL - CITAÇÕES


Para pensar e experimentar.
"Todos temos capacidade de transportar conosco esta nova frequência de cura.Não é uma dádiva para alguns escolhidos- gurus ou santos, homens ou mulheres. É uma dádiva desse tempo; a inteligência e a sabedoria de que precisamos para nos guiar já estão aí. Como espécie estamos a alcançar um nível de frequência em que as falsidades não conseguiram espalhar suas vibrações e , sendo tão densas, entram simplesmente em declínio; as separações serão curadas;as surpertições serão renunciadas. Estamos a embarcar no excitante processo de abandonar os nossos medos, reconhecendo como tantos deles vêm disfarçados de rituais de amor."


" Quando abandonamos as nossas surpertições e as nossas crenças antiquadas e evoluímos, preparamo-nos para assumir o manto do poder e da responsabilidade"

" Podemos ser uma parte da equação de cura dos outros indivíduos, embora possamos querer lembrar que , nesse caso, eles se tornam também parte da nossa equação."

"Tornar-se curador é abandonar o "material" desnecessário que alguma vez pode ou não ter sido útil, mas que não serve agora - exceto apra nos manter depedentes. Dependência é igual a necessidade, que é igual a medo. E que tal um vinco novo num velho fato?"

trechos do livro A Reconexão de Eric Pearl

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Mais sobre a Reconexão e a Cura Reconectiva


Você é um ser multidimensiona vivendo em um mar de luz.

Os cientistas falam do campo quântico, o místico do mar de luz aludindo ao oceano de energia em que vivemos e que nos move.
Ambos concordam que cada partícula neste campo, os seres humanos, plantas, animais, estrelas, galáxias, está conectada com todas as outras partículas. Não estamos apenas ligados, além disso, somos multidimensionais.
Nós existimos ao mesmo tempo em um amplo espectro de freqüências mais altas e mais finas e na nossa existência tridimensional. Quando nos reconectarmos e despertarmos para a imensidão de Luz que somos, começamos a estar cientes destas várias dimensões.
A reconexão é sobre ligar o nosso sistema de freqüências de energia (linhas de acupuntura e anatomia sutil, ou seja, incluindo chakras) com o sistema de rede de energia do Universo. Quando nos conectamos com a rede de energia do Universo, nós recebemos um influxo de luz e de informação que transforma completamente o nosso corpo-mente-espírito.
A Reconexão atualiza o seu sistema de forma exponencial.
Imagine sua grade de energia como um "sistema operacional" de um computador. A Reconexão e Cura Reconectiva basicamente atualizam seu sistema de forma exponencial! Circuitos novos são abertos. Novas conexões são feitas. O DNA adormecido é despertado. Enormes quantidades de informações antes não acessadas, "novas" são derramadas dentro das suas linhas de energia e se conectam com o que JJ Hurtak chama de linhas axiatonais, circuitos das redes de freqüências mais altas, que abrem o fluxo para essas dimensões superiores. Nesse momento você estará em condições de receber a luz e as informações que seu sistema não foi capaz de receber ou processar antes.
É a sua reconexão com o universo em um novo nível.
É impossível descrever o despertar, o saber e as percepções! O que ocorre são Conexões ou saltos quânticos no conhecimento quando você recebe a Reconexão. Na verdade, A Reconexão é sobre como restaurar a sua plenitude. É sobre a liberação ou remoção dos bloqueios ou interferências que os mantiveram separados de sua perfeição intrínseca. É sobre a reestruturação de seu DNA e sua Reconexão com o Universo em um novo nível.


O que é a Cura Reconectiva?


A pessoa imersa nas freqüências da Cura Reconectiva está experimentando mais do que um trabalho de cura. Elas estão permeadas com a luz, trocando informações em um "alto nível" com o universo.
Dr. Eric Pearl


Cura Reconectiva usa a luz e troca de informações da rede de energia da quinta dimensão para renovar o corpo humano, a mente e o espírito. Assim, os efeitos de uma sessão de cura pode ser sentida nos níveis físico, mental, emocional e espiritual. Cura Reconectiva é diferente de Reiki, Johrei, Qi Gong, Cura Prânica, ou qualquer outra técnica que você encontrou.

Reconhecendo que a cura significa reconectar-se à perfeição do Universo, percebemos que o universo sabe do que precisamos para recebê-la.
Dr. Eric Pearl

As frequências de Cura Reconectiva são compostas de luz e inteligência da informação. Eles trabalham em nosso DNA, nas linhas axiatonais e no campo de luz que nos rodeia e se estende para fora de nossas linhas. A freqüência de Cura Reconectiva liga nos maiores freqüências vibratórias que por sua vez atuam em nosso DNA e bio campo. A inteligência das freqüências da Cura Reconectiva "sabe" para onde ir, quais as áreas que devem ser trabalhadas. O papel do Praticante de Cura Reconectiva é agir como um catalisador, trazendo ao cliente as freqüências. Após isso o Praticante de Cura Reconectiva então sai do caminho para que o Universo e as freqüências da Cura Reconectiva possam atuar diretamente no cliente, sem qualquer ego ou interferência do praticante.
A experiência de cada pessoa é única e perfeita. Algumas pessoas relatam uma experiência de relaxamento profundo. Outros relatam alívio da dor ou de outros males físicos. Outros relataram curas de graves problemas. Alguns relatam ver anjos ou guias; visões outras experiências, cores, luzes e sons que nunca tinha conhecido antes. Tendo ou não tendo experiências eventos como estes, as freqüências Cura Reconectiva estarão efetuando o seu propósito.

"Se você tiver sorte, sua cura virá sob a forma que você espera.
"Se você tiver muita sorte, a sua cura virá em uma forma que você não tenha sonhado . Uma forma especifica, que o Universo, tem em mente para você "
Dr. Eric Pearl

Energias altamente palpáveis são canalizadas pelo Praticante de Cura Reconectiva no início de sua sessão, e continuam trabalhando com você por muito tempo após sua consulta terminar. Através de sua participação nestas sessões, você será transformado para sempre, operando e atuando em uma maior freqüência, que nunca tiveram acesso antes.

Mais informações:

www.reconexao.com.br

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O que seria mais importante, morrer ou viver?



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O quer seria mais importante para evoluirmos, morrer ou viver? Coloco nesta ordem, pois através dos olhos de quem já viu a morte de perto sinto que ao ter um motivo real para se acreditar que posso morrer a qualquer momento, muitas pessoas dão saltos evolutivos importantes em suas vidas. Morrer seria sair dessa existência e não sei bem ainda a cargo de que temos ou um medo enorme disso, ou passamos a dar um valor enorme a estar aqui e agora, presentes em corpo físico. Dependendo da crença de cada um se operam verdadeiros milagres, ou para outros, saltos quânticos evolutivos.

Penso que na realidade morremos para conceitos inúteis, pensamentos inúteis, valores inúteis, e ações inúteis. E se é assim, precisamos estar ao lado da morte para isso acontecer? Digo da morte física?

Alguns tipos de morte acontecem em nossas vidas todos os dias, seriam as chamadas des- ilusões, que separo aqui para deixar claro que quando isso acontece não é porque perdemos algo, ou fizemos algo errado é simplesmente porque vivíamos dentro de uma ilusão. Perdemos amigos que achávamos que eram amigos, perdemos amores que achávamos que eram reais, perdemos condições financeiras que achávamos que eram eternas, perdemos postos, títulos temporários, lugares na sociedade, enfim várias coisas podem ser ilusões. E quando isso acontece temos uma morte, uma desilusão, que podemos aceitar sem reação, ou seja, podemos deixar a vida passar e achar que ali tudo acabou, ou podemos usar para buscar a nossa realidade, o que queremos de verdade, e melhor que isso buscar no lugar certo. Se morrermos para escolhas ilusórias começamos a trilhar um caminho em direção ao real, mas para isso temos que ter CONSCIÊNCIA do que queremos de verdade e ter a realidade como a única saída. Nesse grau de entendimento a nossa percepção é o melhor recurso, temos que ter uma percepção apurada e ligada com toda a sua energia a nossa CONSCIÊNCIA, e esta a nossa ESSÊNCIA que deveria ser quem rege a nossa EXISTÊNCIA.

No meio de tanta “ência” onde poderíamos buscar tal recurso? Onde se treina percepções ou se adquire tal produto?

Eu diria que já temos essa percepção, esse recurso do ver sem julgamento, do perceber através dos sentidos, do compreender sem atalhos, do sentir ao invés de elaborar através do pensamento o que sentimos, do ir sem deixar o mundo penetrar e nos tirar do nosso caminho, apenas não temos o costume de usar isso.

Hoje em dia temos algumas coisas que podem auxiliar esse caminho, várias formas de ajuda, vou enumerar algumas:

A meditação é uma delas, aliás, existe já há muito tempo e como não fomos criados dentro deste modelo não sabemos utilizar como recurso. A meditação com o tempo de prática nos da clareza, e ser claro dentro de nossa vida é precioso.

A Hipnose Ericksoniana, outro grande recurso, pois nos traz do inconsciente informações importantes de nós mesmos e assim podemos ir em frente criando outros caminhos sem culpa, sem medo. Limpa nossa mente e enriquece nossa vida trazendo informações que podem ser úteis.

O coaching famosa ultimamente e pouco utilizado ainda para trazer alinhamento e equilíbrio à vida do ser humano. O coaching quando é feito com abordagem integral do ser faz a vida ser mais leve e rica de realizações e experiências gratificantes. O coaching é um excelente recurso para alinharmos a ESSÊNCIA a nossa EXISTÊNCIA, através da CONSCIÊNCIA do que realmente são nossas necessidades do AGORA, do PRESENTE.

Finalmente a mais recente experiência que tenho em relação à SABEDORIA DE PERCEBER, as freqüências trazidas através do trabalho da Cura Reconectiva e da Reconexão. Para mim foi surpreendente perceber como esse conjunto de recursos me abriu uma mente rápida e eficiente em manifestar vida em minha vida.

Se não percebo não tenho a possibilidade, e perceber não é saber, perceber é sentir em todos os níveis do meu ser. As freqüências me possibilitaram entender algumas máximas do Universo que até então eu sabia, e tornar isso manifestado em minha vida.

No início o conflito de ainda estar com um pé em cada lado do Universo, isso me deu certo trabalho e ainda me dá quando não percebo a realidade como ela é.

Isso não quer dizer que tudo é cor de rosa e a vida não tem problemas, isso quer dizer que a vida é multifacetada e colorida e cheia de possibilidade e que às vezes no meu treinamento de estar viva ainda tenho alguns problemas.

Comecei escrevendo este texto para trazer as experiências do mundo e termino trazendo a minha, deve ser o fluxo real que me pede isso.

Morri várias vezes, tive várias perdas, de algumas ainda não me recuperei, de outras nem me lembro. O que hoje sou vem da minha experiência e nela todos os recursos acima citados foram e são utilizados. Não quero ter algo mais importante do que as perdas que tive para lembrar que estou viva e posso ser plena. Sei que isso é possível, temos exemplos disso no Universo.

São esses exemplos de plenitude que busco e sei que é um CAMINHO, evito hoje dizer se é fácil ou difícil, se é longo ou curto porque realmente nada sei. A vida flui em constante movimento. O que sei é que tudo isso me ajudou muito a estar aqui e a ajudar outras pessoas a trilharem o CAMINHO.

O que nos leva de volta a LUZ é o CAMINHO e nele estão as respostas, não é na chegada, não é no fim, tudo está no CAMINHO.

Dedico tudo isso a tudo que está e virá em MEU CAMINHO.

NAMASTÊ.